A CONTRASP, representada pelo presidente João Soares, defendeu que a regulamentação permita o uso de pistolas semiautomáticas em calibres autorizados pela legislação, sem ficar restrita ao .38 TPC.
A mudança na proposta ocorreu após a apresentação de estudo técnico que apontou os riscos de limitar a modernização a um único calibre.
Enquanto o .38 TPC ainda apresenta oferta concentrada de armas e munições, outros calibres permitidos, como o .380, contam com maior variedade de modelos e fabricantes.
O Sindicato dos Vigilantes de Umuarama destaca a importância desse debate para a valorização profissional e a melhoria das condições de trabalho.
A modernização também precisa garantir treinamento compatível com o armamento utilizado nos postos de serviço, além de manutenção e procedimentos adequados.
A proposta é de implantação gradativa, e a CONTRASP será responsável por consolidar o relatório final para apreciação da CCASP.
Próxima reunião: 13 de outubro.
A segurança de quem protege também precisa evoluir!

