A modernização do armamento utilizado pelos vigilantes patrimoniais avançou na segunda reunião do GT da CCASP, realizada no dia 6 de outubro.

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A CONTRASP, representada pelo presidente João Soares, defendeu que a regulamentação permita o uso de pistolas semiautomáticas em calibres autorizados pela legislação, sem ficar restrita ao .38 TPC.

A mudança na proposta ocorreu após a apresentação de estudo técnico que apontou os riscos de limitar a modernização a um único calibre.

Enquanto o .38 TPC ainda apresenta oferta concentrada de armas e munições, outros calibres permitidos, como o .380, contam com maior variedade de modelos e fabricantes.

O Sindicato dos Vigilantes de Umuarama destaca a importância desse debate para a valorização profissional e a melhoria das condições de trabalho.

A modernização também precisa garantir treinamento compatível com o armamento utilizado nos postos de serviço, além de manutenção e procedimentos adequados.

A proposta é de implantação gradativa, e a CONTRASP será responsável por consolidar o relatório final para apreciação da CCASP.

Próxima reunião: 13 de outubro.

A segurança de quem protege também precisa evoluir!

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